14 de dezembro de 2009

Uma escolha difícil...

Qual prefere?























Os modelos apresentados estão disponíveis nas lojas H&M
Publicidade criativa.   :-)

13 de dezembro de 2009

Mais um episódio verdadeiramente lamentável

Quando as pessoas se põem a jeito...
Berlusconi agredido em Milão.

Cumplicidades


Mariah Carey "All I want for Christmas is you"


ATITUDE... o que faz a diferença. Uns têm, outros não.

Esta sequência de imagens dispensa qualquer comentário.







Um final feliz! :-)

Determinação

Durante o percurso das nossas vidas somos orientados e ensinados de forma a moldar o nosso comportamento e atitudes de modo a respeitar um poder superior à vontade do homem que se supõe fixar, de maneira irrevogável, o curso dos acontecimentos - o destino.
Este pressuposto é utilizado por algumas pessoas para justificar alguma apatia e falta de força de vontade que demonstram ter para lutar pelos seus ideais, para realizar, empreender e inovar. Serve, apenas e tão só, de pretexto para que se deixem andar ao sabor das marés.
O que distingue as pessoas comuns das que são bem sucedidas é que as segundas não perdem tempo a divagar sobre as suas limitações e falta de sorte.
Todos vivemos dias bons e outros mais complicados. Deparamo-nos, a cada momento, com novos obstáculos. Há quem os consiga ultrapassar com alguma facilidade. Alguns tropeçam num ou noutro contratempo que tentam superar com maior ou menor dificuldade. Outros assinalam pelo caminho algumas quedas mas, independentemente da dimensão dos estragos que estas provocam, fazem um esforço acrescido para se erguer e começar de novo. 
Creio que muito do que conseguimos alcançar traduz-se em noventa por cento de trabalho e em dez por cento de sorte. Aqueles que somam êxitos certamente não nasceram predestinados nem alicerçam o seu percurso de vida com base em "rasgos de sorte". Optam, antes, por fixar objectivos e são rigorosos no cumprimento dos mesmos. Trabalham muito e ousam realizar. Têm atitude. Demonstram, na sua forma de agir, que são determinados, que sabem o que querem e que estão dispostos a tudo para lutar pelos seus sonhos.
Alturas há em que as dificuldades e os obstáculos que surgem são tantos que sentem vontade de desistir mas é exactamente nesse ponto que a persistência e a resistência de cada um são postas à prova. Destaca-se a bravura dos mais fortes, corajosos e ousados. Esses são os vencedores.


"Determinação, coragem e auto-confiança são factores decisivos para o sucesso. Se estamos possuídos por uma inabalável determinação conseguiremos superar-nos a cada momento mas, independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho."  - Dalai Lama


"A vida é uma luta insana na qual os fortes sobrevivem e os fracos sucumbem à sombra da sua própria incompetência." - Jessé Lopes de Araújo


"A diferença entre o possível e o impossível avalia o grau de determinação de uma pessoa." - Tommy Lasorda


"Devemos ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. O triunfo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" para ser insignificante." - Charlie Chaplin

O que eles disseram...

"Faltam castigos exemplares que desincentivem a corrupção."
Garcia dos Santos - Giga Lá Excelência RR

"A classe política portuguesa não está à altura
 dos desafios que o País enfrenta." 
António Nogueira Leite - Correio da Manhã

"Os cidadãos não podem ter respeito pelo
Parlamento se os próprios titulares
desse órgão não se respeitam." 
Paulo Pinto de Albuquerque - Diário de Notícias

"Portugal vive na iminência de um autêntico
motim a tocar o preâmbulo de uma guerra civil."
Carlos Marques de Almeida - Diário Económico

11 de dezembro de 2009

Pela Família...


" A sociedade tem que decidir se a Família ainda é o valor central."
Bispo do Porto - D. Manuel Clemente

O dia de Natal está cada vez mais próximo...

Rio Grande - Postal dos Correios

Descubra as diferenças


Igualmente sexys...


Prémio Pessoa 2009

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, foi galardoado com o Prémio Pessoa 2009.
Este prémio é concedido anualmente à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período - e na sequência de uma actividade anterior - tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país.
A atribuição do prémio contraria a corrente de uma velha tradição nacional, segundo a qual o reconhecimento da importância da obra de algumas pessoas só foi verdadeiramente feito postumamente - tendo sido esse, precisamente, o caso de Fernando Pessoa - pelo que este Prémio não poderá ser concedido a título póstumo.

10 de dezembro de 2009

Criatividade musical

Um vídeo de música criativa... :-)


E porque hoje é Sexta

Um plano de mestre... mulheres, estejam atentas!

Parlamento, a maioria

"Sócrates espera que o parlamento não se transforme em governo.
Mas a verdade é que a maioria está hoje não no governo, mas no parlamento."
Nuno Rogeiro, Politólogo - Revista Sábado

9 de dezembro de 2009

Uma Comissão Parlamentar muito animada...


Trafulhice e aldrabice

"Medina Carreira entende que o Programa Novas Oportunidades é uma «trafulhice» e uma «aldrabice» e que a educação é uma «miséria». Numa tertúlia, o ex-ministro considerou ainda que o Parlamento «vale tanto como a Assembleia Nacional de Salazar»." - tsf.sapo.pt

Criatividade Ariston

Isto é criatividade...lindo!


Uma (enorme) lição de vida...

Qian HongYan lost her legs in an accident.

Her family in China are poor and couldn't afford prosthetic legs, so she uses a basketball to help her move.


Qian uses two wooden props to drag herself, and never complains,
even though she has worn through six basketballs..



She attends her class


She always smiles

Always smiling


Always cheerful

Quando lhe passar pela cabeça lastimar-se... visualize estas imagens.

Democracia

"Pouco podemos esperar desta democracia. Os governos (este, então, bate recordes) estão repletos de pingentes encardidos, cuja noção de serviço público é igual à de um eguariço a açoitar as bestas". Baptista-Bastos, escritor, Jornal de Negócios

8 de dezembro de 2009

Como publicar um comentário num blogue?

Tenho sido contactada por várias pessoas amigas que me questionam sobre a razão pela qual os comentários que publicam não aparecem no "RegistoCriativo", anexados ao post a que dizem respeito. Tenho de esclarecer-vos que não tenho recebido comentários. Divulgo, apenas, os comentários que me são enviados como "Anónimo" porque são os únicos que recebo. Só por isso não os tenho divulgado. Creio que os leitores devem estar a fazer as opções erradas na janela "Opções de publicação".
Devo confessar-vos que não tenho muitos conhecimentos sobre este tipo de informação mas fiz algumas pesquisas e descobri o seguinte:

1 - Sempre que lê um post (artigo publicado pelo autor do blog) pode fazer um comentário sobre o seu conteúdo. Para isso, poderá clicar na frase "Hiperligações para esta mensagem" que se encontra no final de cada post. Aparece uma caixa de texto logo abaixo da frase "Postar um comentário". Redija a mensagem que quer deixar (não há limite de texto). Agora só terá que escolher em que modalidade vai publicar o seu comentário.
Por baixo do texto que escreveu encontrará esta frase "Opções de publicação" seguida de "Comentar como:"  Faça agora a sua opção (Select Profile).
2 - Tem uma conta criada no Google? Então seleccione "Google Account". Introduza agora o seu email (ex: beatrixleal@gmail.com) bem como a palavra-passe. Inicie sessão. Irá visualizar uma janela com o comentário que quer publicar no blogue. Copie as letras que encontra abaixo do texto que escreveu para o local indicado em "Verificação de palavras". Clique em "Postar Comentário". Pronto, o seu comentário foi enviado para mim. Depois de o ler farei a publicação no "RegistoCriativo". Para voltar à página do blogue clique em "Início", no radapé da janela de comentário.
3- Não tem uma conta criada no Google? Depois de ter seleccionado a opção "Google Account" (no seguimento do procedimento indicado no n.º1), e logo abaixo da solicitação do email e da palavra-passe, clique na frase "Crie uma agora". Siga as indicações que lhe vão sendo dadas. Depois de ter criado a sua conta só terá que publicar o comentário de acordo com as indicações fornecidas no n.2. Se tiver dificuldade em criar a conta Google peça ajuda. Hoje em dia todos os jovens têm uma e sabem como fazê-lo. Nota: Este procedimento de criação da conta no Google só é feito uma vez. Retenha depois o seu email e a palavra-passe para que possa utilizá-los em futuras publicações de comentários.
4- Tem um blogue ou um site?
Seleccione, então, a opção "OpenID", no procedimento descrio no n.º1.
Se é um blogger utilize sempre esta opção. Quando o comentário que deixou num blogue for publicado pelo autor do mesmo,  ficará visível um link direccionado para o seu blogue. É uma excelente forma de divulgá-lo. Neste caso, opte por elaborar um bom comentário. Será o seu cartão de visita.
Existe a ideia de que só quem tem um blogue/site é que pode publicar comentários num outro blogue. Não é verdade. Isso ficou claro nos n.os 2 e 3. Veja, também, o n.º 5.
5 - No caso de NÃO TER um blogue ou um site pode, ainda, utilizar a opção "Nome/URL". No seguimento do procedimento indicado no n.º1, seleccione a opção "Nome/URL". Aparece uma caixinha onde deve escrever o seu nome (ex: Beatriz) e indicar a sua URL (se tiver - o registo da URL é opcional. Só deve ser preenchido se tiver um site ou um blogue. A URL não é mais que o endereço do seu blogue/site (ex: http://www.registocriativo.blogspot.com/). Utilize sempre o mesmo nome. Há autores de blogues que colocam em evidência o nome dos principais comentadores.
Agora irá visualizar uma janela com o comentário que quer publicar no blogue. Copie as letras que encontra abaixo do texto que escreveu para o local indicado em "Verificação de palavras". Clique em "Postar Comentário". Pronto, o seu comentário foi enviado para a mim. Depois de o ler farei a publicação no "RegistoCriativo". Para voltar à página do blogue clique em "Início", no radapé da janela de comentário.

Espero que este post o tenha ajudado e desejo que faça... muitos e bons comentários!!! :-)

Um vestido de noiva que fez história


 Uma situação embaraçosa...
Consegue imaginar a cara do padre?

A realidade económica

"Os empresários queixam-se de que os políticos são pouco sensíveis à realidade económica e de que não têm cultura empresarial. É verdade. Mas há outro problema: os empresários e os gestores desconhecem de todo as regras da política democrática, ou seja, ignoram tanto da política como os políticos de gestão." José Pacheco Pereira - A lagartixa e o jacaré, Revista Sábado.

4 de dezembro de 2009

Luso - Luena - Moxico, Angola

Deixei o Luso, em 1975, na companhia dos meus pais e irmãs.
 Tinha eu, portanto, 9 anos de idade.
Talvez por terem sido aqueles os anos mais felizes da minha vida, continuo a fazer questão de guardar, no mais profundo do meu ser, imagens, aromas e muitas outras recordações dos momentos que lá vivi.
Recuso-me a deixá-los para trás.
O Luso foi elevado à categoria de cidade.
Era uma terra agradável, com um bom hotel, hospital, maternidade, cinema, aeroporto, lojas e serviços diversos, rádio clube, uma papelaria acolhedora, parque público, liceu, escola técnica onde eram ministrados diversos cursos de cariz técnico-profissional, centro desportivo "Ferrovia", enfim, tinha todos os requisitos para uma vida simpática no interior do território angolano.

Muitas são as recordações que trouxe comigo. Recordo-me das famosas flores do Moxico, do nosso pomar (ficava nas traseiras da nossa casa) cujas árvores estavam permanentemente decoradas de fruta, do aroma inconfundível das goiabas e dos maracujás, das papaias e dos mamões, do ananás, das mangas e dos "manguitos" do senhor Branco. As viagens que fazíamos de carro, em família, eram obrigatoriamente interrompidas. Seria uma  pena se deixássemos escapar a oportunidade de adquirir outro género de fruta igualmente deliciosa. À beira da estrada, deambulavam as quitandeiras com cestas que transportavam fruta variada, para venda. Maboques, loengos, grandes cachos de banana-macaco. Recordo-me das matunduas, das pitangas e da fruta da borracha que tantas vezes pude saborear.

Relembro, com saudade, os amigos e colegas de escola com quem brinquei, sempre como irmãos e sem distinção de raça ou cor, a bata branca que usávamos diariamente, as brincadeiras no recreio, as orações que fazíamos, em conjunto, ao fim do dia, antes de abadonarmos a sala de aula. Cantávamos o hino nacional. Todos os dias. Era um ritual a que nos habituámos desde os primeiros dias de escola.
Sinto saudades do "mata-bicho" (pequeno-almoço) que a nossa mãe nos preparava pela manhã, das papas com que nos deliciávamos ao lache, feitas com farinha de trigo torrada ou de milho, sempre salpicadas de canela; Dos abacates que preparávamos com muito açucar e sumo de laranja, dos sumos de tomate natural que sempre detestei mas que era obrigada a beber.

Lembro-me daquele cheiro magnífico a terra molhada e da trovoada que, por vezes, fazia; Das noites em que fugi para a cama dos meus pais com medo daquelas faíscas tão fortes. E, por falar em medo... é sabido que há crianças que fazem tudo o que os pais pedem sempre que estes se referem ao "homem-do-saco" ou ao "lobo-mau". Eu confesso que, em relação a mim, a frase que melhor funcionava era: "Vem aí o chingange". Aliás, a maior parte das vezes nem era necessário ouvir a frase. Tenho ideia de estar a brincar no jardim e de ouvir, ao longe, o som dos instrumentos que tocavam (batuque, quissange e marimba). Era o suficiente para que eu fugisse para casa a-sete-pés. Tenho que acrescentar que os nativos que executavam estas danças eram absolutamente inofensivos. O seu aspecto é que não cativava uma criança pequena. De todo.
Recordo-me das bitacaias e dos morros de salalé (formiga branca); Do sol, a extinguir-se no horizonte.
Como um espectro metálico, arredondado e sóbrio, uma enorme lua de platina espelhava-se nas águas muito lisas do rio Luena, num prodígio inexplicável de reflexos sobrenaturais. Não vi nada mais belo no mundo do que aquela grande lua, precisamente naquele minuto soberbo em que começava a desdobrar a sua luz quase baça de fantasma imaculado sobre a esteira caprichosa dos meandros daquele rio manso onde abundavam as "tuqueias" (peixinhos do tamanho de sardinhas muito gordas que, depois de secas, eram consideradas um petisco de alta qualidade).








A contrastar com este aglomerado populacional e bem próximo desta cidade bela e em progresso, era frequente encontrarmos pequenas povoações, pertencentes praticamente a uma única família e quase sempre rodeadas de uma paliçada de troncos de 3 ou 4 metros de altura, que servia de defesa contra leões e outras feras - os "quimbos".










As "sanzalas" eram de maiores dimensões. Traduziam uma pequena aldeia que podia comportar até 2000 pessoas. Em regra, os nativos que habitavam as sanzalas, partilhavam a mesma capela, a mesma enfermaria e a mesma escola. Habitualmente, havia uma "cubata" de tamanho maior. Era a residência do "soba" (autoridade administrativa subordinada ao chefe do Posto a que pertencia). Em redor, um conjunto de outras cubatas e palhotas mais baixas. Talvez fosse o reduzido tamanho destas "casinhas" que as tornava tão íntimas e acolhedoras. Uma peça que existia em todos os quimbos era o "jango" (casa-de-estar). Não é mais do que uma palhota redonda, geralmente sem paredes e com tecto cónico, apoiado em estacas.

O povo "Luena" era caracterizado por mulheres altas, elegantes, que se moviam com gestos graciosos de animais livres. Embora não usassem ornamentos especiais, nem por isso deixavam de ter uma coqueteria discreta e um encanto feminino deveras acentuado. Além disso, eram duma limpeza irrepreensível, dando sempre a ideia de terem acabado de sair de um dos banhos que, com frequência, tomavam nos rios.
Os homens eram robustos, bem constituídos, irradiando simpatia e com uma vivacidade agradável.
Vejo-me obrigada a fazer aqui um parêntesis. Esta descrição da mulher luena traz-me à memória a Elisa. A nossa segunda mãe. Para que possam ter uma ideia da imensidão do amor e da gratidão que sempre fizemos questão de manifestar-lhe, posso dizer-vos que a Elisa sempre foi tratada por mim e pelas minhas irmãs como "mãe-preta", para a distinguirmos da nossa mãe, a quem chamávamos "mãe-branca". Esta senhora foi para junto de nós quando as minhas irmãs gémeas nasceram. O meu pai trabalhava no Palácio, como motorista do Governador do Luso. Passava muito tempo ausente, em viagem. A minha mãe tomava conta de uma mercearia que possuia. Viu-se forçada a procurar ajuda. Contratou a Elisa para tomar conta de nós. Passou a ser, também ela, a nossa mãe.
A extensão do território angolano justificava que, entre grandes cidades, se pudessem percorrer milhares de quilómetros, de carro, por estradas magníficas, boas, sofríveis, más, péssimas e caóticas.
As "picadas", por exemplo, mais não eram que uma forma embrionária duma futura estrada. Caminhos em terra batida.

No decurso destas viagens era habitual localizarem-se: "anharas" - planícies com características semi-desérticas que definiam a estepe e cobertas de "capim" (erva); "chanas ou tchanas" - zonas planas que não são mais que leitos de rios não perenes com o fundo coberto de capim; e "mato", muito mato. Era possível andar algum tempo num mato próximo, ao cair da tarde.
Do chão atapetado de fetos era habitual levantar-se uma humidade quente. Não se ouvia uma voz, um ruído de motor, o apito de uma locomotiva. Nada que viesse lembrar que a humanidade também existe. Era uma quietude essencial. Um concerto de silêncio executado pelo esvoaçar de aves grandes recolhendo aos poleiros, pelo fugir de algum animal pequeno roçando nas plantas rasteiras, pelo piar triste dum pássaro triste que vinha de ramo em ramo e nos seguia.

A natureza mostrava-se cansada: Nós maravilhosamente sozinhos. Poucas coisas no mundo trazem uma sensação mais completa de liberdade total do que aqueles momentos do grande mato em que se começava a ouvir o respirar das árvores. Era habitual encontrar caça grossa abundante e variada e grandes extensões de mato queimado - As queimadas. As cinzas eram recolhidas e posteriormente espalhadas pelos locais de cultivo. Tinham como finalidade corrigir a acidez dos solos.
Estas surpresas contrastantes encontravam-se a todo o momento - arrastando até nós aqueles impactes inesquecíveis que nos orgulhavam e nos arrepiavam, ou aqueles deliciosos momentos de emoção de que nem vale a pena falar: e tudo, no seu conjunto, convertia-se na fascinação magnética daquela realidade admirável e desconcertante que era ANGOLA.

E porque hoje é Sexta...

Descanse, divirta-se e... sorria!
Caramba... porque será que o meu papá está a achar piada
 ao facto de o meu mano ter sangue na cara? Que maçada!


Sou tão divertido!!!!!


Atenção, sei fazer cara de mau...

3 de dezembro de 2009

A boa notícia do dia...

Vão ser amanhã entregues, no Tribunal Constitucional, mais de 9500 assinaturas para formalizar a candidatura do Partido Pelos Animais (PPA). Um grupo de cidadãos predispõe-se a lutar pelos direitos dos "bichinhos". Os animais agradecem. Estou feliz por eles.

Finalmente alguém resolveu dar ouvidos ao Sr. Dr. Medina Carreira... É que o senhor já deve estar exausto de tanto lembrar que se afigura necessária a criação de novos partidos politicos. Ao que parece os representantes dos actuais partidos não reúnem as competências necessárias para bem governar...Portugal e os portugueses!!! Seria bom que os animais tivessem melhor sorte.

Curiosidades

Sabe de onde derivam as expressões
"Resvés Campo de Ourique" e "Caiu o Carmo e a Trindade"?

No dia 1 de Novembro de 1755 - ironicamente dia de Todos os Santos - uma das maiores tragédias de todos os tempos abateu-se sobre Portugal. Um terramoto de elevada magnitude, seguido de um tsunami, atingiu a cidade de Lisboa. Morreram milhares de pessoas. A força do tsunami foi de tal ordem que as águas entraram por Lisboa adentro e chegaram bem perto de Campo de Ourique. Foi resvés. Daí o uso da velha expressão. 
Ainda na sequência do mesmo terramoto, ouviu-se um enorme estrondo por toda a cidade de Lisboa.  Quando os habitantes descobriram qual tinha sido a verdadeira causa de tamanha barulheira, apressaram-se a passar a palavra: "Caiu o Carmo e a Trindade", isto é, desabaram os conventos do Carmo e da Trindade.

Economia

"FMI exige medidas drásticas para evitar dívida pública de 100 por cento do PIB
Apenas esperar pela retoma da economia mundial não chega. Ou o Governo reduz a massa salarial da função pública, a despesa com transferências sociais e os benefícios fiscais, aumentando os impostos, ou Portugal chega a 2013 ainda com um défice público situado entre cinco e seis por cento e uma dívida pública próxima de 100 por cento do PIB, defendeu ontem o Fundo Monetário Internacional na análise anual que faz à economia portuguesa."
Por Sérgio Aníbal - Público.pt

Por que razão são sempre os mesmos a pagar a factura?
Para quando o anúncio, ao país, da redução da massa salarial dos gestores públicos? Pois, é que a grande fatia das despesas que o Estado suporta, com vencimentos dos trabalhadores da função pública, provavelmente, não corresponde às remunerações pagas aos auxiliares de limpeza, administrativos, motoristas, técnicos e muitos outros...

2 de dezembro de 2009

Campos de concentração

John Demjanjuk recusou-se a dizer, ontem, no tribunal de Munique, se acredita ser culpado ou inocente do exterminio de cerca de 27 900 judeus num campo de concentração, na Polónia. Preferiu renunciar ao direito de falar.
O silêncio é sempre a melhor escolha... quando não se encontram palavras que possam justificar algumas imagens.

Campos de concentração - Imagens chocantes.


E quem foi que disse que a vida é feita de facilidades?

Comentários para quê? Eu também me comovi...


1 de dezembro de 2009

Dia Mundial da Sida


A Sida já infectou quase 35 mil pessoas em Portugal. Proteja-se.


Cancro da mama - Boas notícias!

Investigadores do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto identificaram a molécula responsável pelas metástases do cancro da mama - Caderina P.
É possível, agora, desenvolver anticorpos que bloqueiem o aumento desta proteína e que permitam, assim, controlar o aparecimento de metástases.
Em Portugal, surgem todos os anos 4500 novos casos de cancro da mama e registam-se 1500 mortes.

Joss Stone "Tell Me What Were Gonna Do Now"

Porque o prometido é devido... :-)

Uma história de amor


Tenho andado a conversar com os meus botões sobre um episódio que foi noticiado, esta semana, relativo à fuga de um padre com uma jovem de 18 anos.  Sou católica, como tal, os padres são pessoas que me merecem todo o respeito mas não deixo de vê-los como homens, tão normais como qualquer outro. Sou até de opinião, aliás, de que lhes deveria ser dada a faculdade de podem constituir família. Creio que não deixariam de ser bons padres se fossem, também, bons pais e bons maridos. É sabido de todos que muitos deles vão tendo "casos", às escondidas, durante anos a fio. Alguns acabam por ser pais de crianças a quem chamam sobrinhos e nunca chegam a ter a coragem que este jovem padre, de Celorico de Basto, acabou por demontrar ter. Limitam-se a pular a cerca durante a noite.
Este jovem de 26 anos decidiu fugir por amor mas, antes, teve a dignidade de pedir permissão à família de Fátima para namorar com ela. O pedido foi recusado. Em desespero de causa, despediu-se do arcebispo de Braga e partiu, com a sua amada. Foi bonito. Uma atitude de Homem. Estou certa de que esta história fez despontar uma pontinha de inveja em muitos corações. Que sejam muito felizes.
 

Imagens/Pictures

Todas as fotografias aqui publicadas, salvo alguma referência em particular, são retiradas da internet. Agradeço que me informem, via e-mail, caso alguma esteja protegida pelos direitos de copyright. Retirá-la-ei de imediato.

Almost all pictures posted here are taken from the internet. If you have copyright over any of them, send me an e-mail and I will take it out.


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