11 de abril de 2011

O que duas miúdas giras fazem...

Na passada Quinta-feira, a minha amiga e colega de trabalho Ana L. comemorou mais um aniversário. A mãe da Ana, que tem uma paixão imensa pela filha, resolveu preparar-lhe uma festinha surpresa lá em casa. Convidou algumas amigas, preparou um jantar divinal e lá ficou, à nossa espera, para o tão esperado evento.
O percurso entre o nosso local de trabalho e a casa da Ana foi feito no carro da Sandra S., mas havia um problema... nenhuma das duas conhecia o caminho até lá.
A Sandra ligou o GPS e lá vamos nós, felizes e contentes até termos descoberto que o dito aparelho não reconhecia a morada da nossa amiga. Aceitou a localidade, mas não o nome da rua.
Bom, sugeri à Sandra que seguíssemos caminho. Chegadas ao local, só teríamos de perguntar onde ficava a tal rua. Até aqui, corria tudo às mil maravilhas.
As coisas complicaram-se depois de termos parado o carro, pelo menos três vezes, para perguntar onde ficava a tal urbanização nova e... ninguém sabia. Ninguém conhecia o local. Pânico!
Demos duas ou três voltas pela localidade e não se vislumbrava nehuma urbanização nova, mas conseguimos ver um polícia de trânsito próximo da estrada. Não imaginam, foi como ter visto Nossa Senhora de Fátima num momento de aflição. A Sandra aproximou a viatura do senhor enquanto eu abri o vidro e fiz a pergunta.
"Vocês estão enganadas. Essa praceta fica do lado oposto a este. E nem pensem em seguir caminho, senão nunca mais saem dali".
- Desculpe, o senhor agente pode dizer-nos qual é o melhor trajecto para irmos até lá, por favor?
"Têm de voltar atrás e virar aqui no semáfro à direita, blá, blá, blá..."
- Voltar atrás, como? Disse-nos para não seguirmos por aqui...
"Façam inversão de marcha".
- Inversão de marcha? Aqui, nesta estradinha (a estrada estava em obras e só passava um carro de cada vez)??
"Sim, faça a manobra que eu controlo o trânsito".
Quando demos por ela, tínhamos uma fila enorme de carros parados à espera que terminássemos de inverter a marcha. Mas confesso que giro, giro, foi ver o senhor agente a mandar parar os carros para nós passarmos e a cara de zangados dos condutores imobilizados.
Eu creio que até consegui ler-lhes os lábios... "Pois, se fosse eu estava lixado, mas como são duas moças jeitosas... Vejam bem onde isto chegou!"
Senhor agente, o nosso sincero agradecimento pela sua simpatia e gentileza. Bem haja.

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